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De um fã, para os fãs (e pelos fãs), este site é dedicado a - você adivinhou! - Evangelion em toda a sua gloria e a todas as suas "encarnações". O foco é o anime original, Neon Genesis Evangelion, que tem mantido uma base leal de devotos e continua a atrair novos fãs de todas as gerações, e isso desde que foi lançado pela primeira vez em 1995. A "Nova Versão Teatral" ("New Theatrical Version") de filmes que estão sendo produzidos (ver Rebuild of Evangelion) são, naturalmente, de grande interesse, bem como, manter os fãs esperando ansiosamente para ver o que o gênio Hideaki Anno preparou para nós nos anos que virão. Nestes tempos sombrios, em uma Internet onde sites dedicados a Evangelion são cada vez mais escassos, Neon Genesis Evangelion Wiki se destina a ser um santuário permanente para os fanáticos da série. Aqui você vai encontrar paginas que abrigam toda uma coleção crescente de conteúdo, muito dos quais, você provavelmente deve encontrar a seguir.

Aqui está uma "breve" cartilha da franquia Evangelion e sua história de produção e lançamento.

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Semelhante a "Mobile Suit Gundam", há continuidades diferentes de Evangelion em ambos o anime e mangá. Estes são separados por várias história e, embora às vezes elas se interliguem mutuamente, não baseiam suas opiniões diretas sobre a continuidade uma da outra.

Existem quatro continuidades principais que são:

Neon Genesis Evangelion
A série de TV original com 26 episódios e o filme, lançado nos cinemas, que traz um final alternativo para a série - The End of Evangelion.* Rebuild of Evangelion
Uma série de quatro filmes remake, lançados nos cinemas. O primeiro dos quais foi lançado em setembro de 2007 no Japão.

A adaptação oficial em mangá de Evangelion
Um mangá da série que segue alguns pontos da história da série original mas que em algumas partes difere da história original. Criado por Yoshiyuki Sadamoto, designer de personagens que trabalhou na série.

Não são apenas essas continuidades que existem: há várias outras séries spinoff tanto em do mangás quanto em jogos de vídeo game, que fortemente re-inventam a história (a tal ponto que toda uma realidade alternativa é criada e não apenas uma variação sobre a história central do mangá de Sadamoto), além de jogos de vídeo game spinoff tambem (alguns dos quais têm muitas cenas em animação e toda uma nova história, o que faz com que eles pareçam ser quase que "episódios perdidos" da história).

Neon Genesis Evangelion

A série de TV original de 26 episódios que foi exibida no Japão entre os anos de 1995 e 1996. Foi dirigida por Hideaki Anno e produzida pelo Estúdio Gainax.

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Unidade 01 contra a Unidade 03 (Bardiel)

A série inovou o gênero: era uma total desconstrução do já há muito tempo estabelecido gênero "Giant Robot" (Robô Gigante) (ou Mecha). Ela infundida previamente um intenso realismo no que já havia sido notado como um gênero bem "irreal". A "história real" nem sequer era sobre as batalhas de mechas gigantes, mas sim sobre análise psicológica dos personagens profunda e psicologicamente abalados o que torna a série, portanto, muito realista. A história toda foi criada em um cenário pós-apocalíptico que realmente serviu como uma critica social sobre a sociedade do pós-Segunda Guerra Mundial como um todo, e, em particular, sobre a recessão da "década perdida" do Japão dos meados dos anos 1990, em que "combatendo os "aliens" usando robôs gigantes" realmente foi uma uma metáfora sobre como as pessoas "enfrentam os problemas da vida". Ela capturou o espírito da ansiedade e da depressão que o Japão estava passando na época, e de muitas maneiras se tornou a voz de uma geração.

Dado que os Estados Unidos estava no meio de um "boom" econômico na época, em contraste com a flagelada recessão do Japão, era difícil para alguns espectadores casuais entenderem a angústia e a ansiedade apresentada pelos personagens da série: após perceber o colapso econômico global de 2008 que mergulhou os Estados Unidos em uma recessão econômica, de repente, os personagens de Evangelion não parecem mais assim tão louco...

Basicamente, Evangelion é a versão mecha em anime de Watchmen: não apenas em termos de impacto, mas também em termos de estrutura. Watchmen de Alan Moore foi produzido em 1986, durante o período de recessão econômica e da depressão social geral nos Estados Unidos. A ficção-cientifica ocidental tinha usado por muito tempo o gênero "super-herói dos quadrinhos" como um meio de se refugiar em um mundo de fantasia e escapar da depressão econômica que afundava o país... da mesma forma que o Japão tinha vindo a utilizar o gênero "Giant Robot" de anime por décadas. Ambos eram gêneros muito irrealistas e fantasiosos.

O que os autores de Watchmen fizeram em primeiro lugar foi "reescrever" o gênero "super-herói", para depois usá-lo como uma ferramenta para uma crítica social maior e mais agressiva. Em contraste com o arquétipo do gênero, Watchmen não tem personagens muito "agradáveis" ou "heroicos": Nite Owl II é uma espécie de covarde sem rumo (embora ele seja um dos poucos personagens da história com "moral"), Rorschach é um lunático agressivo (resultado de experiências traumáticas sofridas na infância), e Dr. Manhattan, em vez de ser um tipo de Superman, é estranho e afastados da sociedade humana. Esta nova reconstrução do gênero quebrou todos os estereótipos habituais do gênero. No entanto, eles não apenas refizeram o gênero: os escritores usaram como uma ferramenta para fazer comentários e fortes criticas sociais sobre o mundo em que viviam, em particular, a provocação nuclear da Guerra Fria na década de 1980.

Watchmen foi também uma espécie de meia-homenagem de amor aos antigos "super-herói" dos quadrinhos, quebrando as antigas convenções ao mesmo tempo em que as redefinia. O problema, claro, era que todo o sucesso que, nos mais de 20 anos desde que foi lançado, fez com que Watchmen "torna-se" o novo estereótipo, fazendo com que e todo mundo tentasse copia-lo. Todos os outros quadrinhos se esforçavam para fazer personagens mais "corajosos", até que apareceram dezenas de "heróis" agressivos ao estilo Rorshach, "emos" que auto-duvidam de si mesmos assim como Nite Owl II, e super-homens desinteressados ​​como o Dr. Manhattan. Isto é o que acontece a cada série de sucesso: mesmo Star Wars e Star Trek foram realmente muito inovadoras quando foram lançadas. No entanto, como Watchmen, nunca ninguém expôs (na época) tanto pela primeira vez na história mais de uma década após a seu lançamento.

Da mesma forma como Wachtmen, o produtor de Evangelion fez a mesma coisa, primeiro refez o gênero "Giant Robot/Mecha" para então usalo-o como uma em criticas e comentários sociais. Assim como Watchmen Evangelion não tem personagens muito "agradáveis" ou "heroicos", em contraste com os arquétipos comuns: Shinji em vez de ser o "super-herói" do anime é uma espécie de covarde sem rumo na vida (embora ele seja um dos poucos personagens da história com alguma "moral"), Asuka é uma garota mimada e agressiva (algo adquiridoas como resultado de experiências traumáticas sofridas na infância), e Rei, é calada e afastados da sociedade humana. Como se pode ver todas essas novas personalidades aplicadas aos personagens quebraram totalmente todo os habituais estereótipos do gênero "Giant Robot". No entanto, eles não apenas refizeram o gênero: os escritores usaram como uma ferramenta para fazer comentários e fortes criticas sociais sobre o mundo em que viviam, sobretudo, a recessão econômica do Japão da década de 1990 (que, basicamente, destruiu toda uma geração). No entanto, devido ao fato de ter sido feita por fãs do gênero, a série era, às vezes, também um espécie de meio-tributo de amor ao velho e clássico gênero "Robô Gigante", quebrando todas as antigas convenções do gênero ao mesmo tempo em que as redefinia. Foi uma completa desconstrução, que ninguém realmente sabia como responder a ela, então, na melhor das hipóteses, tentaram imitá-la. como resultado disso existem hoje dezenas de garotinhas mimadas semelhantes a Asuka, "emos" auto-destrutivos iguais a Shinji, que a essa altura, já tinha se tornado um novo padrão, e desinteressadas e desamparadas Reis se tornaram comum em muitos animes hoje em dia. Tem sido dito (e com alguma certa razão) que não têm sido muitos os animes do gênero "Giant Robot/Mecha" que tenham lançado algo significativamente inovador desde que Evangelion foi lançado.

The End of Evangelion

Um filme lançado nos cinemas em 19 de julho de 1997, produzido pela Gainax e pela Production I.G. e que traz um final alternativo da série.

Devido ao orçamento severo e as restrições de programação (que correram completamente sem dinheiro) os episódios finais da série foram produzidos com um orçamento apertado, resultando, particularmente em um final truncado que mesmo os defensores admitem ter sido uma "reciclagem" da animação. Embora essencial para a compreensão da série, o final da série de TV não era claramente o que a história pretendia. A Gainax passou um ano inteiro juntando fundos de outros projetos para, finalmente, fazer um filme lançado nos cinemas em 1997, apropriadamente chamado "The End of Evangelion".

A "controvérsia" sobre o final da série de TV

O problema foi: The End of Evangelion foi um dos filmes de animação mais violentos já feitos, com um final infame ao estilo "Mate todos". Os fãs, por sua vez, que estavam esperando um "final feliz" ficaram decepcionados. Ao invés de ser uma estereotipada formula do clássico final feliz já conhecido por muitos, o filme quebrou a convenção e tentou criar um fim realista baseado no clima sombrio da série.

Isso levou a um considerável debate sobre "qual era o final verdadeiro?". O que não ajudou os fãs sul-americanos da série que tiveram que esperar até 2002 pelo lançamento do filme nos Estados Unidos (cinco anos depois do fim da série) para entende-la, enquanto no Japão The End of Evangelion saiu em 1997, um ano depois da série.

Entretanto, a ideia de muitas pessoas tentarem interpretar o fim da série de TV como "um bom final" tornou-se tão enraizada que, quando The End of Evangelion foi lançada, foi recebido com algumas estranhas reações de "esta é apenas uma vingança sobre os fãs! você matou tantos personagens!" (ignorando o fato de que, muito parecido com as séries Gundam e/ou Macross, as pessoas realmente morreram durante o curso regular da série).

Se você realmente olhar para todas as provas, a rejeição de The End of Evangelion foi um acidente do seu cronograma maluco de lançamento. O fato de que tinha de haver um filme final, é simplesmente um acidente porque a Gainax ficou sem dinheiro para produzir o final da série de TV. O "fim da série de TV e o fim real de Evangelion são uma vingança sobre os fãs!", "fanboys" basicamente querem "instigar a polêmica" em vez de olhar para os fatos. É o equivalente direto do caso dos fãs hippies de O Senhor dos Anéis da década de 1960 que exigiam que o "tempo real" fosse dedicado a seus pontos de vista que OSA tinha "sobre" o consumo da maconha e a proposta do Vietnã.

No entanto, os dois últimos episódios da série de TV são basicamente uma seqüência de cenas a partir de meados de The End of Evangelion (as cenas da instrumentalidade), mostradas fora do contexto. É o que está "acontecendo em suas mentes" durante o fim da série. Algum tipo de transtorno obsessivo por parte de fãs provavelmente apenas os uniu juntos nos pontos apropriados. Caso ignore os dois últimos episódios da série de TV você "não" vai entender toda a história, as motivações de caráter e por que eles fazem o que fazem.

Death & Rebirth

Quando a Gainax estava ocupada no processo de produção de The End of Evangelion, os produtores estavam novamente em atraso, e os fãs começaram a demostrar notável impaciência. Para tentar acalmar os fãs que esperavam (e para não mencionar em conseguir mais dinheiro para terminar o filme) quatro meses antes do lançamento de The End of Evangelion, eles lançaram outro "Theatical Movie" (algo como "Filme Teatral"). Lançado em 15 de março de 1997, também produzido pela Gainax e Production I.G., só então, por fim, The End of Evangelion foi lançado em julho de 1997. Death & Rebirth é uma compilação composta de duas partes:

  • Death: Literalmente um "vídeo clipe" que recapitula toda a série, destacando novas partes e cenas importantes de toda a história que os fãs pudessem ter esquecido. A ideia era também que o público que não tivesse visto a série completa pudesse ir aos cinemas assisti-lo e ter uma ideia aproximada do que o enredo de The End of Evangelion traria.
  • Rebirth: Após um intervalo breve de cinco minutos, a segunda metade do filme é basicamente a versão inicial cortada do primeiro terço de The End of Evangelion. The End of Evangelion em si é dividido em duas partes, com o início do intervalo começando logo após a luta de Asuka contra os Evas de Produção em Massa. Rebirth termina com a chegada dos Evas de Produção em Massa, logo antes da cena de luta principal do filme realmente começar. Rebirth é praticamente uma edição de colecionadores, não sendo uma "versão alternativa perdida de The End of Evangelion" e nem sendo necessário para a total compreensão da história - existem diferenças, mas todas elas são atribuíveis a serem de altos cortes: ou seja, cenas onde Rebirth utilizaria, por exemplo, uma música temporária, The End of Evangelion usaria uma música completa, e com a animação parecendo um pouco fraca em algumas cenas, etc. Sendo que Death and Rebirth era apenas uma atualização de um "trabalho em progresso" que seria em The End of Evangelion que Gainax liberou devido aos fãs que estavam cansados ​​de esperar. Não acrescenta quase nada à história, e visualmente The End of Evangelion é melhor que Rebirth em todos os sentidos. É literalmente o primeiro terço de The End of Evangelion, lançado meses antes, para angariar fundos para terminar o resto do filme.

Para muitos desavisados "Death", no entanto, pode ser um pouco mais complicado: além do financiamento que ocorreu completamente para os episódios originais 25 e 26, os episódios finais ainda ficaram sem dinheiro suficiente e tiveram que cortar (ou alongar) algumas partes e cenas, o que claramente não era a intenção dos produtores (temos como exemplo disso a "longa cena" de alguns minutos de duração em um elevador sem diálogos ou movimentos algum). "A necessidade é a mãe da invenção". Eles foram capazes de usar criativamente técnicas de redução de custos para ainda contar uma boa história, mesmo com alguns pontos vitais da trama não ficando muito claros. Portanto, eles viram a "Death" como uma oportunidade para voltar e fazer as cenas perdidas, nunca mostradas em cenas antes.

O resultado foi cerca de 22 minutos de novas e exclusivas cenas para a version theatrical (versão teatral) de "Death". Essas cenas acontecem durante todo o cronograma dos episódios 21 ao 24. os produtores fizeram isso, planejando, mais tarde, unir essas novas cenas e re-editá-las em seus episódios correspondentes: os episódios "Director's Cut" (ou Cortes do Diretor). Havia também algumas cenas do início da série que foram completamente re-animadas, porque elas tinham sido produzidas muito rápido e com baixo orçamento deixando os produtores insatisfeitos com elas (exemplo: segundo eles, a cena de Rei sorrindo no final do Episódio 06 tem tantas falhas de animação que eles foram obrigados a refazer a cena usando a qualidade do filme Death).

O problema é que existem 3 versões alternativas de "Death":

  • Death - a versão original lançada nos cinemas, com as novas cenas incluindas.
  • Death(True) - enquanto eles exibiram Death & Rebirth em televisão por satélite no Japão, o filme foi descaradamente editado com o passar do tempo, omitindo as novas cenas "Director's Cut" (Cortes do Diretor). Isso não seria digno de nota, exceto pelo fato de que esse filme explica a nomeação da nova versão final do filme:
  • Death(True)2 - a versão final lançada em DVD. Ela não contém as cenas Director's Cut, mas tem uma ou duas cenas extras que não estavam em Death(True).

O resultado é que a versão de "Death & Rebirth" vendidas em DVD, ou seja, a versão Norte Americana, era na verdade a versão "Death (true)²". As 2 versões anteriores, provavelmente, só existem agora como itens de colecionador. As novas cenas "Direct's cut" foram novamente unidas para lançamentos do DVD dos episódios em si. Além disso, "Rebirth" se tornou obsoleto em poucos meses por causa do lançamento de The End of Evangelion.

Os únicos coisas realmente "novas" na versão de Death & Rebirth, vendida na América do Norte, são algumas breves cenas de episódios passados com uma melhor animação (como Rei sorrindo no episódio 06, por exemplo, e um punhado de outras), e principalmente cenas reeditadas em conjunto. A única diferença mais significativa é que eles (os produtores) não apenas re-utilizaram a dublagem original em inglês, mas fizeram toda uma nova dublagem em inglês (re-utilizando principalmente o mesmo elenco original).

Os episódios "Director's Cut" (Cortes do Diretor)

Quando a Gainax fez Death & Rebirth, seu plano era unir todas as cenas com conteúdo novo e colocá-los de volta em seus respectivos episódios (a partir do final da série, quando o orçamento foi liberado) em uma posterior versão home vídeo. O resultado foram os "episódios Diretor's Cut", novas versões dos episódios 20 ao 24. Estes quatro episódios são distinguidos, em seus cartões título da versão original, ao serem chamado de 21', 22', 23' e 24' (pronuncia-se "21 prime", como na conotação matemática).

Todos os quatro episódios Diretor's Cut contêm um combinado de 22 minutos de cenas totalmente novas (equivalendo a um episódio inteiro da série original) todas as quais são importantes para se entender a trama (em oposição a qualquer aleatórios 22 minutos, que contêm apenas um "preenchimento" de tempo). Geralmente, as novas cenas fazer duas coisas: fornecer mais informações sobre a trama, explicando o que é a "instrumentalidade" é e o que é necessário para isso (concluída em The End of Evangelion) e detalhar mais o passado da personagem Asuka.

Na série original somos apresentados vagamente a Shinji Ikari como um personagem simpático à primeira vista, então, gradualmente, percebemos o quão ele é disfuncional e o quanto sofre com isso. Já o arco da história de Asuka nos mostra que: ela é inicialmente introduzida mostrando-se um pouco antipática, mas, com o progredir da trama, nos episódios finais, estavam mostrando o lado mais humano da personagem a vida traumática e problemática que teve. Todas essas informações do passado de Asuka eram vitais para a compreensão de Asuka e, especificamente, suas ações em The End of Evangelion, mas tiveram de ser cortado por razões financeiras.

The End of Evangelion é, essencialmente, tratado como a versão "Director's Cut" dos episódios finais da série de TV, os episódios 25 e 26 ... ao ponto que os cartão título do filme remete suas duas metades como Episódio 25' e "Episódio 26'.

Os "episódios Director's Cut" o são mais do que apenas a união de novas cenas. Eles na verdade re-animaram todos os quatro episódios inteiros. Por exemplo, uma cena em que Rei está com uma cara ruim, com uma animação barata no episódio 23 original a personagem está apenas com com uma expressão neutra. Na versão do Director's Cut, eles voltaram a reanimar a cena, isso para não só ela parecesse simplesmente melhor, mas agora Rei está realmente com uma cara feia ao olhar os óculos Gendo: assim pequenos sinais emocionais e reações de personagens que realmente mudam o sentido das cenas em si. O storyboard, que se baseia no mesmo, está, sutilmente (ainda que visivelmente), atualizado com os episódio.

A animação das cenas inteiramente novas, originalmente de Death & Rebirth, obviamente, parecem um pouco diferente do resto dos episódios que foram emendados novamente, porque 1: eles foram produzidos melhor, com o orçamento de um filme de animação de qualidade (na época), e 2: eles foram animados pela empresa de anime Production I.G (a Gainax também já havia subcontratado a empresa para a animação dos episódios de TV 13 e 18 de Evangelion).

Na década de 90, o melhor formato de vídeo era o Laserdisc. Laserdisc era uma espécie de degrau entre as velhas fitas VHS e o DVD: as empresas americanas mau adotaram esse formato de vídeo e o DVD foi laçado e o substituiu. No entanto o Laserdisc era mais popular no Japão e foi usado por anos. É por isso que este lançamento foi inicialmente chamado de versão "Vídeo e Laserdisc", porque era a mesma coisa em ambos VHS e LD.

Não há um termo oficial para os episódio Director's Cut, mas ele são comumente referidos assim (Directosr's Cut) no fandom inglês. O termo "oficial" era simplesmente "versão vídeo e Laserdisc", mas, novamente, cada episódio teve tecnicamente uma "versão Video & LD" devido a pequenos ajustes e correções, por isso esse não é realmente um bom termo para diferenciá-los. Mas essas ideias não foram descartadas apenas cortadas do original, igual ao caso do enésimo lançamento de Blade Runner. Isso não é como se a Gainax tivesse feito as cenas e, em seguida, cortá-las como em uma série live-action: são cenas que os produtores realmente queriam fazer, mas não puderam devido a restrições de orçamento e tempo. Então elas foram deixadas de fora, embora provavelmente não totalmente fora do roteiro que os criadores queriam fazer.

As versões Director's Cut dos episódios de 21' e 24' substituem totalmente os episódios originais no ar, e são tratados como versões padrão.

Os quatro episódios Director's cut foram lançados ao público no Japão em 1998, um ano após Death & Rebirth e The End of Evangelion terem sido lançados nos cinemas. Cada volume individual dos episódios lançados foram referidos pelo esquema de nomenclatura de "Genesis (número)", e seu cronograma de lançamento foi:

Revival of Evangelion

"Revival of Evangelion" é o chamado "terceiro filme de Evangelion", lançado em 07 de março de 1998, mas nunca foi lançamento em DVD: parecendo mais com o que eles chamariam de box com DVDs independentes definidos por um novos nomes. A primeira metade de "Death & Rebirth" (Death) foi mais como vídeo-clip resumindo toda a série original, e na segunda metade (Rebirth) era uma versão rudimentar cortada da primeira parte de The End of Evangelion. "Revival of Evangelion" era simplesmente Death e The End of Evangelion colocados juntos e com o fim completo de TEoE que, no caso, substitui corte brusco causado por Rebirth.

Renewal of Evangelion

"O Projeto de Renewal" foi a tentativa maciça da Gainax de recriar toda a série, corrigindo antigos problemas de transferência, coloração, áudio, etc, e adicionando novas cenas e imagens, e mais uma incrível melhoria na qualidade de animação. O "Renewal of Evangelion DVD box set", lançado em junho de 2003, contém todos os 26 episódios da séries de TV original, os quatro episódios Director's Cut, e a versão Revival dos filmes Death (true)² e The End of Evangelion. É a versão completa de toda a saga Evangelion na sua forma final. Renewal substitui todas as versões anteriores e é o único que um fã realmente precisa possuir.

Além disso, parte da remasterização foi gravada o "Japanese original 5.1 audio dialogue". Quando a Gainax originalmente refez a série, certas cenas tinham um monte de "conversas de fundo": geralmente técnicos gritando coisas no QG da NERV, ou por vezes informação sendo transmitidas em uma televisão no fundo. Nunca nenhum desses diálogos envolvia um membro do elenco principal, eles serviam para fazer a série parecer mais "real" e com textura (em um centro de controle gigante, com dezenas de pessoas e técnicos, claramente, os personagens principais não devem ser as únicas pessoas a falarem), e o mais importante, ocasionalmente fornecer alguma parcela menor de informação extra. A estação de TV onde a série foi ao ar pela primeira vez pediu que essas partes do roteiro não ficassem gravadas, porque eles iriam tornar as cenas "muito ativas" ou "muito confusas". Estes diálogos foram confirmados sempre terem feito parte dos roteiros, a emissora apenas pediu que eles não fossem usados. Assim, quando Renewal, a sua versão definitiva lançada em DVD, foi produzida a Gainax voltou a recolocar esses diálogos. De qualquer maneira, Renewal 5.1 audio dialogue era muitas vezes quase que incompreensível: a série realmente tinha "ruídos de fundo" que tiravam a concentração do episódio, mas em um volume baixo, em comparação com o diálogo do personagem principal, você teria que aumentar o som a níveis ensurdecedores para ouvi-lo completamente. Junto com o box de DVDs de Renewal of Evangelion continham vários livros com materiais complementares, notas, entrevistas com o elenco e com os criadores e todo os roteiros totalmente anotados.

Evangelion Perfect Collection

A coleção "Perfeita" do primeiro DVD de Evangelion lançada pela ADV Films (com o "Perfect" significando que era em DVD, em oposição ao lançamento normal em VHS). Ela contém todos os 26 episódios da série de TV e mão contém nenhum material "novo". Pensava-se que a qualidade de áudio/vídeo foi melhorado a partir do VHS e etc já não parecia mais estar em "print", mas era tão imensamente popular durante os muitos anos em que foi produzido, que, até hoje, pode-se esperar vê-lo em prateleiras de lojas especializadas em todos os lugares, em bibliotecas, clubes de anime, etc. Foi lançado individualmente em 8 discos, e mais tarde como um box em DVD completo conjunto de 26 episódios. Ele não contém os episódios Director Cut, nem The End of Evangelion.

"Perfect" é a versão da série que foi exibida nos EUA pelo canal de TV Adult Swim durante os anos 2005-2007.

Rebuild of Evangelion

No final de 1990 o criador da série, Hideaki Anno, tinha deixado completamente o anime de lado para trabalhar na live-action. Anno criou uma certa revolta com a forma como os fanboys de Evangelion, ignoraram as suas mensagens pessoais, e transformaram a série em um grande império de merchandising. Então, em 01 de agosto de 2006 anúncios de um recrutamento foram postados em site pessoal Anno, afirmando que ele estava formando um novo estúdio de animação: O "Estúdio Khara" (do grego, "Alegria"). Muitos, naturalmente, acharam que Anno estaria trabalhando em um projeto inteiramente novo de animação. No entanto, em 09 de setembro de 2006, a impressionante notícia foi lançada (pelo site oficial da Gainax) que o Estúdio Khara iria produzir uma nova série de quatro filmes sobre Evangelion: uma re-imaginação da história original, juntamente com os novos efeitos de animação de qualidade de cinema, essa nova série de filmes é atualmente conhecida como: "Rebuild of Evangelion".

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Versão original da batalha contra o Anjo Shamshel.

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"Versão Rebuild" da batalha contra o Anjo Shamshel.

Muitos não estavam realmente muito certos sobre o que esperar com bases nas descrições enigmáticas de Rebuild of Evangelion, combinados com o bom trabalho da equipe de produção que fez uma alta prevenção sobre o vazamentos de notícias (essa prevenção é mais fácil fazer com filmes de animação do que com filmes reais já que: por exemplo, não é possível obter fotos dos sets de filmagem). Alguns suspeitaram que seria pouco mais do que Death & Rebirth: uma série de filmes refeitos e compilados com uma animação um pouco melhor. O primeiro filme foi definido para estrear no dia 01 de setembro de 2007, e pouco mais de um ano depois do primeiro filme ainda havia pouca informação sobre o que estavam fazendo. Em seguida, o primeiro trailer do segundo filme saiu em julho, apenas dois meses antes do filme, e todos começaram a perceber que algo completamente novo e esplendido realmente estava por vir:

Rebuild of Evangelion é um "remake" baseado na série original, mas diverge muito desta. Rebuild é "baseado" na série original, e pouco se adapta a sua estrutura de enredo geral, mas à medida que a trama avança começa a divergir da trama original. Algumas cenas icônicas foram completamente recriadas frame por frame, com uma melhor animação, enquanto várias cenas de luta foram totalmente atualizadas. Rebuild fielmente adapta/condensa a trama, sem ser um passo a passo "chato" do original.

O primeiro filme é mais ou menos uma releitura dos seis primeiros episódios da série. Alguns reclamaram que era muito fiel, mas o ponto é que existe uma geração inteira de jovens fãs que podem não ter visto a série original depois de tantos anos, e eles precisavam ser apresentados à história. Para os antigos fãs, a história dos seis primeiros episódios é inicialmente deixada intocada, pois os produtores queriam "aliviar a volta dos fãs", e prepara-los para aceitar que algumas coisas mudariam: se os filmes tivessem começado com grandes mudanças, fãs, provavelmente, teriam se revoltado, e rejeitado a série de filmes. Em vez disso, o primeiro filme segue o enredo dos seis episódios iniciais muito de perto, para os fãs mais exigentes se acostumar com a ideia de "ok, cena-por-cena não vai ser uma recriação direta, algumas cenas serão aos poucos alteradas ou condensadas", etc.

O segundo filme, que foi lançado no Japão em 27 de junho de 2009, começou a alterar drasticamente o enredo, enquanto ainda permanecendo no "espírito" da série original. É um remake alternativo, de uma história de Evangelion. E vagamente segue a trama até episódio 19 da série original, que é agora, obviamente, uma "continuidade separada".

Enquanto a produção Rebuild of Evangelion tecnicamente é feita pela nova empresa de Hideaki Anno, o "Estúdio Khara", o nome "Gainax" ainda aparece nos créditos, pois eles compartilham um monte de direitos autorais sobre os nomes. Além disso, toda a equipe de produção que trabalhou na série original, e que ainda trabalham com a Gainax, passaram a trabalhar no projeto: os escritores, o designer de personagens, designer dos Anjos, dos Evas, as pessoas responsáveis pela trilha sonora e sonoplastia e todo o elenco japonês de dubladores, todos se renderam à saga. Seu amor por Evangelion transcendeu as fronteiras de negócios entre as empresas. Realmente Não há nenhuma distinção entre os funcionários da Khara e da Gainax, e às vezes você verá "os criadores de Rebuild of Evangelion" colectivamente referidos apenas como "Gainax".

Há quatro filmes Rebuild planejados, a estrutura dos nomes dos três é um clássico jogo japonês: Jo-Ha-Kyu (Começo, Meio, Fim). Sim, eles escolheram ironicamente citar a série de filmes como uma tetralogia depois de uma estrutura de três atos: o quarto filme é literalmente chamado de "?" (o símbolo de interrogação em si). A ideia original era lançar o segundo filme em outono de 2008, mas a Gainax sendo a Gainax, resolveu adia-lo até meados do verão de 2009 mas acabou por sair 27 de junho de 2009. Não se sabe quando os outros dois filmes serão lançados: de acordo com o anúncio original eles deveriam ser lançados "em conjunto". Mais uma vez a Gainax resolve atrasar sua produção em meses de atraso. Houve rumores de que Rebuild of Evangelion 3.0 será lançado no verão de 2010 (algo que já sabemos que não é verdade), mas outras declarações insinuaram que pode haver mais um ano e meio ou mais de espera entre Rebuild 2.0 e Rebuild 3.0.

O Mangá

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Capa da 1ª Edição (da versão japonesa do mangá).

Evangelion possui uma adaptação oficial da série em mangá, feita pelo designer de personagens da série de TV, Yoshiyuki Sadamoto. Sadamoto foi designer tanto dos personagens do mangá quanto da série, isso pode ser claramente notado ao se observar os traços usados na obra. A arte usada no mangá é quase tão boa quanto a da série de TV. No entanto, como Sadamoto não era um dos responsáveis pelo roteiro, ainda assim, ele conseguiu levar intencionalmente o mangá em uma direção um pouco diferente. O resultado é que a série de mangá é oficialmente uma continuidade alternativa da série de TV: às vezes personagens não se comportam como os seus homólogos na série de TV, alguns dos backstories dos personagens foram totalmente reescritas, tudo para melhorar (ou para piorar, dependendo do seu gosto e ponto de vista). Ainda assim não deixa de ser uma leitura interessante e de uma fonte oficial, e há pedaços de informações na história que podem ser ideias alternativas que a equipe de produção teve. Por exemplo, o mangá dedica mais tempo para realmente explicar o passado de Kaji, e não diretamente contradizer qualquer coisa como na série de TV, porem, como mencionado anteriormente, a série passou por problemas financeiros em sua produção, o que pode ter influenciado na explicação do passado de Kaji, que pode apenas ter sido removido da serie.

A série de manga é (mais ou menos) uma adaptação da série de TV. A série de TV não se baseia na mangá. No entanto, as primeiras edições do mangá saíram antes da série de TV estrear. O mangá de Sadamoto apareceu pela primeira vez na edição de fevereiro de 1995 na popular revista de mangá e anime Shonen Ace... oito meses antes do primeiro episódio de TV estrear em outubro de 1995. A idéia era que o mangá fosse lançado alguns meses antes da série de TV, como um evento promocional para obter a atenção dos espectadores aguardavam a próxima exposição. No entanto, devido a problemas com atrasos na produção, a série de TV drasticamente caiu em atraso, resultando em meses de atraso até que o primeiro episódio fosse exibido e, consequentemente, no lançamento do mangá. Assim, quando a série foi lançada o mangá já tinha realmente avançado, e os fãs estavam baseando conhecimento da série sobre as questões do mangá já avançado. Mas visto que a série de TV foi ao ar há quase 16 anos, isso está se tornando cada vez mais irrelevante agora.

A parte mais infame sobre série de mangá que mais vale a pena mencionar, é que ela ainda está em produção, mesmo após quase 16 anos. Sadamoto admite que seu trabalho sobre a série está vergonhosamente lento (mas isso é devido ao fato que ele é freqüentemente obrigado a parar para trabalhar em outros projetos). Cada capítulo do mangá é chamado de "Estagio". Os Estágios são compilados e encadernados em volumes no estilo graphic-novel (ou romance gráfico) (chamados "tankōbon" no Japão). Cada volume contém cerca de 6-7 Estágios. Desde 1995, um volumes do mangá é lançado, em média, cerca de uma edição a cada 18 meses. O mangá só segue fielmente o anime até o ponto da luta contra o Anjo Ramiel, correspondendo ao Episódio 06. O Vol. 4, que introduziu Asuka na históris, foi lançado como uma novela gráfica vinculada em outubro de 1997... três meses depois de The End of Evangelion ser lançado nos cinemas, algo que também criou certa confusão na época.

Nos Estados Unidos, foram originalmente planejados 12 volumes. Mas atualmente, existem apenas 11 volumes, embora Sadamoto tenha recentemente voltado ao trabalho ainda há várias novas etapas que não tenham sido feitas em um volume ainda. Mas a 12º Edição está começando a cobrir os acontecimentos da história correspondentes a batalha final vista em The End of Evangelion. A história expandiu-se o suficiente ao longo da Edição 12 e pode possivelmente cobrir todo o final da história, portanto, acredita-se que não haverá uma 13ª Edição. Devido ao lento cronograma de produção de Sadamoto, pode haver um longo espaço de tempo entre o lançamento de novas edições (houve um recesso de 2 longos anos de espera entre os volumes 9 e 10, que foram de abril de 2004 a fevereiro de 2006).

Após o lançamento do Rebuild of Evangelion 2.0, Sadamoto disse que espera dedicar mais tempo para finalmente terminar a série de mangá antes de começar a trabalhar em Rebuild of Evangelion 3.0.

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